A moda brasileira já possui um bom número de histórias para serem contadas. No entanto, até agora foram poucos os livros que buscaram abordá-las, e mais raros ainda foram os filmes. O novo documentário "Top Models - Um Conto de Fadas Brasileiro" é a primeira tentativa de registrar em imagens uma parte fascinante dessa história: a das garotas que saíram dos grotões do país para se transformarem em estrelas mundiais da moda.
Dirigido pelo carioca Richard Luiz, o filme traz depoimentos das principais tops brasileiras, como Gisele Bündchen, Raquel Zimmermann, Isabeli Fontana, Adriana Lima e Carol Ribeiro. O lançamento do documentário acontece no próximo dia 15, durante a SPFW (São Paulo Fashion Week), numa festa para mil convidados no shopping Iguatemi. No final de julho, o filme será exibido em versão digital em cinco capitais brasileiras: São Paulo, Rio, Salvador, Porto Alegre e mais outra, ainda em negociação
quarta-feira, 10 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Denim by Première Vision
Nos dias 3 e 4 de junho de 2009, aconteceu em Paris o salão Denin by Premier Vision. Sob os holofotes estiveram: o jeans, a busca por autenticidade e elegância e o respeito com o meio ambiente e com o homem.
«Atualmente é um fato que a distribuição se preocupe cada vez mais com esta linha de desenvolvimento», confirma a diretora do evento Pascaline Wilhelm, «estamos observando o nascimento de iniciativas cada vez mais interessantes para o segmento jeans».
Ponto de partida de todas as peças, o tecido jeans de algodão (um dos cultivos mais poluentes que existe hoje) é cada vez mais proposto na versão ecológica. Para marcas como Candiani (Italia), Collect Co. (Japão) e Tavex (Espanha) o jeans de algodão orgânico faz parte das qualidades e valores que se quer propor.
Sendo assim, a Tavex, utilizou um novo tipo de acabamento vindo Cupuaçu, fruta amazônica, que permite amaciar a fibra do algodão sem utilizar processos químicos. Chamado de Alsoft Amazontex, o processo é hipoalergênico e biodegradável. E ainda tem o mérito de dar trabalho para tribos indígenas, uma vez que compram deles a colheita da fruta. Seduzida pela técnica a Volcom já encomendou o tecido para a sua coleção primavera-verão 2010.
Igualmente poluente, as lavagens dos jeans também ganharam inovações verdes. A espanhola Jeanologia diz que o processo de desgaste do jeans evoluiu muito e hoje é possível fazer as lavagens sem utilizar nenhum processo químico poluente e perigoso. Outra tecnologia impressionante inventada é a maquina G2, capaz de realizar as lavagens sem água nem produtos químicos, utiliza apenas o ar.
Acessórios também estão seguindo esta tendência. A francesa Dorlet (especialista em metal), trabalha há cinco temporadas buscando desenvolver botões que respeitem o meio-ambiente. Após ter operado a volta do botão de madeira, chegou a hora de mostrar o botão feito de algodão bio comprimido. «A ideia é de trazer um produto que corresponde as verdadeiras tendências, para assim criar a demanda» explica Frédéric Forestier, gerente do grupo Dorlet. Não tão inovador, mas também muito importante, a fabricante de acessórios Okinawa lança uma linha de etiquetas feitas a base de celulose e papel reciclado.
A hora é, então, de reduzir custos e de criar técnicas que possuem o mínimo de impacto possível sobre o meio ambiente e a qualidade de vida do homem. Será o jeans do futuro verde?
Fonte: FashionMag
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segunda-feira, 2 de junho de 2008
Passeio por Paris: Canal Saint-Martin

O canal Saint Martin tem 4.55 Km de extensão e foi aberto em 1825. Inicialmente servia para transporte de mercadorias e também como divisor da cidade, pois separava o Hôpital Saint Luis, onde eram tratados os doentes da peste, do centro da cidade. Por muito tempo foi uma região mal freqüentada, porém de alguns anos pra cá, os arredores do canal começaram a ser redescobertos por artistas e jovens estudantes, que aproveitavam a beleza do local e o baixo custo dos imóveis. Hoje em dia o Canal Saint Martin é chamado pelos parisienses de bobo: burguês (bourgeois) e boêmio. Toda a extensão do canal e as demais ruazinhas que chegam nele, são repletas de bares, pubs, lojinhas e comércio no geral, sem contar o Parc de la Villette e a rede de cinemas MK2, que ajudaram a revitalizar o local.
O Parc de la Villette é o maior parque da cidade de Paris e a segunda maior área verde. Lá encontra-se a Cité des Sciences et de l'Industrie, a Géode, uma grande bola espelhada que serve como um cinema 3D que possui uma tela enorme de 180˚ e a Cité de la Musique. Agora que o calor começa a chegar no hemisfério norte, o Parc de la Villette é um dos preferidos para se ir no final de semana fazer um pic-nic com os amigos.
Próximo ao metro Jaurés existe, às margens do canal, dois complexos de cinema MK2, cada um com algumas salas, uma cafeteria e uma lojinha. Mas o melhor é que as entradas podem ser compradas não importa em qual lado do canal e depois existe um barquinho para você ir ver seu filme do outro lado. Curiosidade: aqui na França os cinemas funcionam com uma carta anual, onde paga-se 35 euros, para duas pessoas, por mês, e se tem entrada ilimitada (em todas as salas da rede, para todos os filmes e todas as sessões) bem que isso poderia chegar ao Brasil, né?
Na mesma altura do cinema, porém do outro lado do metrô, existe um bar e galeria de arte chamado Ephémère. Sempre repleto de artistas e simpatizantes um ótimo endereço para encontrar pessoas interessantes. Descendo um pouco mais algumas lojinhas e bares/restaurantes começam a aparecer: Antoine e Lili, Stella Cadente, uma super livraria de arte e design chamada Artazart, um bistrô de comidas latino américas Mukura,o hotel du Nord com seu restaurante super charmoso, R Vegetal um cabeleireiro que só usa pigmentos vegetais e bio, Alter Mundi, uma lojinha de comerce equitable, o Chez Prune um bar que não importa a hora está sempre cheio e muitas outras coisas. O ideal é caminhar pelo canal mas também se aventurar por algumas ruas como a rue de la grange aux belles onde existe a designer de jóias sueca Viveka Bergstrom e a rue Beaurepaire, onde ficam algumas coisinhas que citei acima.
Mas o bom mesmo é que a galera vai com seu vinho, sua baguete e ficam horas e horas conversando, fazendo um som e curtindo o alto-astral do lugar. E tudo isso graças a segurança que se tem, pois a movimentação de pessoas às margens do Canal não tem hora pra começar, nem pra terminar.
Vá lá: Canal Saint Martin, metrô Jaurés ou Republique.
O Parc de la Villette é o maior parque da cidade de Paris e a segunda maior área verde. Lá encontra-se a Cité des Sciences et de l'Industrie, a Géode, uma grande bola espelhada que serve como um cinema 3D que possui uma tela enorme de 180˚ e a Cité de la Musique. Agora que o calor começa a chegar no hemisfério norte, o Parc de la Villette é um dos preferidos para se ir no final de semana fazer um pic-nic com os amigos.
Próximo ao metro Jaurés existe, às margens do canal, dois complexos de cinema MK2, cada um com algumas salas, uma cafeteria e uma lojinha. Mas o melhor é que as entradas podem ser compradas não importa em qual lado do canal e depois existe um barquinho para você ir ver seu filme do outro lado. Curiosidade: aqui na França os cinemas funcionam com uma carta anual, onde paga-se 35 euros, para duas pessoas, por mês, e se tem entrada ilimitada (em todas as salas da rede, para todos os filmes e todas as sessões) bem que isso poderia chegar ao Brasil, né?
Na mesma altura do cinema, porém do outro lado do metrô, existe um bar e galeria de arte chamado Ephémère. Sempre repleto de artistas e simpatizantes um ótimo endereço para encontrar pessoas interessantes. Descendo um pouco mais algumas lojinhas e bares/restaurantes começam a aparecer: Antoine e Lili, Stella Cadente, uma super livraria de arte e design chamada Artazart, um bistrô de comidas latino américas Mukura,o hotel du Nord com seu restaurante super charmoso, R Vegetal um cabeleireiro que só usa pigmentos vegetais e bio, Alter Mundi, uma lojinha de comerce equitable, o Chez Prune um bar que não importa a hora está sempre cheio e muitas outras coisas. O ideal é caminhar pelo canal mas também se aventurar por algumas ruas como a rue de la grange aux belles onde existe a designer de jóias sueca Viveka Bergstrom e a rue Beaurepaire, onde ficam algumas coisinhas que citei acima.
Mas o bom mesmo é que a galera vai com seu vinho, sua baguete e ficam horas e horas conversando, fazendo um som e curtindo o alto-astral do lugar. E tudo isso graças a segurança que se tem, pois a movimentação de pessoas às margens do Canal não tem hora pra começar, nem pra terminar.
Vá lá: Canal Saint Martin, metrô Jaurés ou Republique.
sábado, 24 de maio de 2008
Colette Shopping TV
A Colette, acaba de enviar sua news letter mensal com o video Colette Shopping TV.
Trata-se de um video com um estio meio trash, que lembra os feitos pela Mtv.
O"programa" se passa dentro da loja e conta as novidades do mes, alem de entrevista com clientes.
Video um pouco longo porém engraçado e com o fescor e humor caracteristicos da marca.
Confira em WWW.COLETTE.FR/TV/COLETTE_SHOPPING_TV_3.HTML ou logo aqui em baixo!
Trata-se de um video com um estio meio trash, que lembra os feitos pela Mtv.
O"programa" se passa dentro da loja e conta as novidades do mes, alem de entrevista com clientes.
Video um pouco longo porém engraçado e com o fescor e humor caracteristicos da marca.
Confira em WWW.COLETTE.FR/TV/COLETTE_SHOPPING_TV_3.HTML ou logo aqui em baixo!
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Hummmmmm
O estoque de miojo acabaou e pra piorar a padaria nao tinha sanduiches por causa da falta de luz em quase toda a rua (causada graças a problemas na Colette). E agora o que fazer? Me obriguei a caminhar pelo quartier a procura de algo para acalmar meu estômago. Eis que me deparo com um restaurante bio, quem me conhece sabe que eu nem gosto dessas coisas, resolvi entrar para averiguar. Meu deus! Na hora cai de amores!! Funciona naquel estilo Paris: sanduiche, salada, massa e tortinha, tudo pronta ali so pegar e se deliciar.
Gourmand que estava hoje fiquei com o menu: torta, salada, bebida e sobremesa. Hummm sem arrependimentos! Salada verde, torta salgada de abobrinha, tomates secos e feta e de sobremesa um crumble de frutas da estaçao! Estou até agora com agua na boca!
E pra completar o ambiente, todo em madeira, com bancos baixos e uma pequena parte ao ar livre! Pra esquecer que voce esta em uma cidade grande e realmente relaxar na pausa-almoço. E a cerise dans le gâteau? embalagens e talheres, todos em madeira! Plastico? so o copo.
Para saber mais:
La Ferme
55-57 rue Saint-Roch 75001 Paris
www.restolaferme.com
domingo, 18 de maio de 2008
Passeio por Paris: rue Saint Honoré
Uma das ruas mais famosas de Paris, a Rue Saint Honoré, e sua continuação, a Rue du Faouburg Saint Honoré, concentram inúmeras butiques de criadores conhecidos e outros nem tanto, livrarias, galerias de arte, cafeterias, padarias e tudo isso envolto a antigas construções, ou seja, uma típica rua parisiense. Situada no coração de Paris, próxima ao Louvre, à Ópera, à Place Vendôme e à Eglise da Madeleine é uma rua para ser percorrida inúmeras vezes. Começaremos o passeio saindo do metrô Palais Royal Musée du Louvre pela saída Place Collete e damos de cara com o quê? Ópera à nossa esquerda museu do Louvre à direita. Se seguirmos a rue Saint Honoré para a direção do Chatelêt teremos lojas e cafeterias mais joviais, como a loja da Vans e do Jean-Charles de Castelbajac, porém hoje seguiremos na outra direção: direção Place Vendôme. Logo na primeira quadra existe uma filial da Toni&Guy, cabeleireiro inglês, aqui em Paris cada loja possui um tema que dita o tipo de ambiente e corte que será feito, portanto de você quiser um corte Hype venha nesta filial! Se virarmos a esquerda na rue de L’Hechelle, teremos o McDonald e Starbucks opções nem tanto parisienses para comer mas que estão sempre cheias de parisienses. No fim desta rua, paralela a Saint Honoré está a Rue de Rivoli, onde encontra-se o imenso complexo do Louvre, e no número 107, mais precisamente, o Musée des Arts Décoratifs, onde sempre tem exposições de moda e uma lojinha maravilhosa!! Continuando na Saint Honoré, temos a loja Shiatzy Chen, uma criadora de Taiwan que começa a se fazer conhecida na europa e que mistura muito bem o estilo asiático com o europeu e ao seu lado uma loja de sapatos espanhola, a Castañera. Se na próxima rua, rue des Pyramides, virarmos a direita vamos nos deparar com uma livraria japonesa, Junko, se quiseres ver a vogue nipônica aqui a encontrará, entre muitos outras revistas e livros incríveis, porém, escritos em japonês, muito pouco em francês ou inglês. Cotélac, roupas, Jaques le Corre, chapéu, Fragonard, perfumes, Seqouia e Mulberry, bolsas, Custo Barcelona e Baby Dior, a Eglise de Saint-Roch e uma boulangerie maravilhosa até chegar na esquina da Rue Saint Honoré com a rue Marché Saint Honoré onde, quase imperceptível, está a Collete, refúgio de fashionistas e antenados, uma loja que reúne todas as tendências de moda, livros, música, eletrônicos, beleza e um monte de quinquilharias super divertidas. Distribuída em dois andares mais um bar no sub-solo, uma loja para ficar umas boas horas. A frente da colette está a M.A.C, loja-ícone de beleza que dispensa apresentações. Etrando na Rue Marché Saint Honoré à direita, encontramos a Princess Tam-Tam, uma marca de lingerie e biquínis dos sonhos, peças delicadas e sensuais, para todos os gostos e corpos. No prolongamento da rua existe uma loja só de perfumes da Comme des Garçons, incrível, com um vidro rosa e muitos perfumes expostos, mais parece uma instalação, mas, ao entramos, uma vendedora sai de trás das prateleiras para te atender. Cecile Jeanne, Manoush, Miu Miu, Kipling, Paul Ka, Comptoir des Cotoniers Gucci... até que, opa, a Place Vendôme, enorme, luminosa e cheia de história, pois é nela que encontrasse desde os primórdios de Paris as joalherias e o hotel Ritz. Numa esquina está a Godiva, uma loja de chocolates belgas e ao seu lado o hotel Costes, outro sinônimo de bem-estar e modernidade da capital francesa. Tumi, Tommy Hilfinger, Hugo Boss e a brasileira Anne Fontaine que é especializada em camisas brancas e está sempre em busca de novas fibras. Wolford, Noriem, uma loja que reúne jovens estilistas japoneses, e outro brasileiro, Carlos Miele, com uma loja recém inaugurada e ao lado de John Galliano, Patrizia Pepe, a joalheria Dodô, Maje, Zapa, Escada, Et Vous..., Longchamp, Max Mara, até que chegamos na Madeleine, rue Royale, onde existe a tardicional casa de chá La Duree e a Cartier, Dior, Gucci e Chanel. A partir deste ponto a rua passa a se chamar rue Faubourg Saint Honoré e é a partir daqui que as grifes começam: Missoni, Dolce & Gabana, Paul Smith, Moncler, uma marca que faz casacos com pena de ganso, Pinko, Prada, Camper, Lanvin, Botega Veneta, La Perla, Hermes, Tods, Chanel, YSL, Givenchy, Valentino e Lancôme, só para citar alguns. A partir deste ponto as marcas começam a ficar mais espaçadas, os hotéis começam a se multiplicar e o movimento de pessoas na rua começa a ficar mais escasso, por isso o nosso passeio acaba por aqui. Rue Saint Honoré, Faubourg Saint Honoré e as várias ruas que as cruzam são verdadeiros enigmas para serem percorridos e descobertos muitas e muitas vezes.
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quinta-feira, 1 de maio de 2008
Feira de Milão

Imaginem a alegria de uma admiradora do design em geral como eu, ao pisar em Milano durante le Fuori Saloni, ou a Feira de Milão, a maior feira de design e arquitetura do mundo, e perceber uma cidade vivendo intensamente o design.
A cidade se organiza com a feira propriamente dita, em um lugar fechado, onde paga-se para entrar e possui infinitos expositores durante o dia e um enorme coquetel a noite. Próximo deste pavilhão está o salão satélite, de graça, onde expõem os novos talentos do design mundial. Mas o bom mesmo é o OFF salão, ou seja, exposições de arte, de designers, lojas conceituais, instalações multimídias e tudo que a criatividade permitir.
Nada melhor do que se perder pelas pequenas ruelas de Milão, entrar e sair destas exposições, alimentar os olhos e a alma criativa e depois parar em um café e tomar um capuccino pra tentar absorver a quantidade de informação que se recebe. Quando avistar uma bandeirola verde escrita Interni, pode entrar e ter certeza que vai encontrar muito coisa interessante, este é o signo que indica que este estabelecimento faz parte do OFF.
Me chamou a atenção, mais uma vez, a preocupação que vem se tendo com o ecológico. Um espaço todo dedicado para criações que de uma forma ou outra utilizem a natureza e respeitam a natureza. O Green Energy Design, localizado na universidade de Milão.
Continuam inovando e fazendo produtos criativos: Droog Design (www.droogdesign.nl) e Ingo Maurer (http://www.ingo-maurer.com ). Quem não conhece, vale a pena dar uma pesquisada nesses nomes. Ingo Maurer tinha um espaço cheio de cadeiras, luminária e divisórias, feitas de papel, de dobraduras de papel. Já a droog design expôs, em uma pequena sala, algumas de suas peças.
Outro lugar muito legal foi o Super Studio Piú, um galpão que reuniu diversos criadores, como Alessi e Moooi e possuía uma cafeteria da revista Elle. Recomendo muito para quem se interessa por design esta feira, mesmo que a sua área não seja a arquitetura ou produtos, vale a pena, pois ao ver coisas novas e diferentes exercitamos nosso cérebro para a criação. E Milão se consagra a capital da criação.
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